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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

CinemaScope: Grandes Macacos (ou não) do Cinema

Publicado originalmente em: http://www.uarevaa.com/2011/08/cinemascope-grandes-macacos-ou-nao-do.html


Com a chegada de Planeta dos Macacos - A Origem no cinemas, não falarei sobre os filmes antigos da serie, porque infelizmente não deu tempo de assistir nenhum dos filmes até a data do lançamento.Então decidi citar alguns dos grandes simíos da historia do cinema, mas não necessariamente são aqueles realmente importantes.Continua abaixo:

O Trapalhão no Planalto dos Macacos - Obvio que na semana que chega mais um exemplar do Planeta dos Macacos, obvio que comentarei sobre a versão brasileira. Conde (Didi),Alex(Dedé) e o guarda Azevedo(Mussum) passam por altas confusões na Sessão da Tarde quando eles chegam numa terra onde macacaos evoluidos dominam e escravizam os humanos.Filme dirigido por J.B. Tanko, lenda e grande contruibuidor do cinema nacional.

O Filho de Kong - Sim, o King Kong clássico, da RKO, teve realmente uma sequência, e desa vez não é nenhuma pegadinha do Peter Jackson. A história se passa exatamente 1 mês depois que o King Kong morre em Nova York.Indo a falência por causa dos inumeros processor por causa da destruição de Kong, o diretor Carl Denham (novamente feito por Robert Armstrong) foge da Big Apple e vai a Asia, onde encontra a pessoa que lhe deu o mapa da Ilha da Caveira. Retornando ao local, eles descobrem o filho albino de Kong, conhecido como Kiko.

Poderoso Joe - O que poderia ser lembrado como uma cópia de King Kong acabou se tornando um dos grandes clássicos em relação a efeitos especias, já que Marcel Delgado(que trabalhou em King Kong)e Ray Harryhausen trabalharam juntos, que fez garantir um dos primeiros Oscars de efeitos especiais em 1949/1950, por causa de seus impressionantes movimentos de stop motion.A história conta quando é descoberto na Africa um gorila gigante (mas não tão grande quanto King Kong)é levado a Hollywood para se tornar um astro, mas constante abuso ao animal fez a fera interior voltar a ativa. No remake de 1998, com a perfeição chamada Charlize Theron, a história, com Joe sendo levado da Africa à uma reserva de proteção na California, mas se tornando um popstar e sendo perseguido por inimigos que o querem ver morto.



Congo - Baseado no livro de Michael Crichton, o mesmo criador de Jurrasic Park. Após uma nova tecnologia de comunicações baseada em diamantes falha, causando a morte do personagem de Bruce Campbell (que sempre fica pouco tempo de tela em filmes grandes), uma equipe enviada a Africa em busca da causa desse acidente e de quebra em busca de um diamante azul raro que pode render rios de grana a empresa.Entre as pessoas dessa euipe de busca, está um primatologista que conseguiu fazer que os simíos se comunicarem com humanos através de tecnologia, levando a jovem gorila Amy para a aventura, sem saber que ela pode ser de grande ajuda para decifrar quem é o inimigo a espreita....

Meu Pequeno Ladrão - Um dos grandes clássicos (pelo menos pra mim) da Sessão da Tarde, antes de virar a merda que é hoje em dia.Um macaquinho ladrão do qual pertencia a Azro (Harvey Keitel) vai parar na casa da jovem Eva (Thora Birch) , que passar a tratar como seu bichinho de estimação. Ligou o nome da garotinha a alguem? Deveria, pois Thora Birch cresceu e se tornou a atriz principal da adaptação da HQ Indie 'Ghost World' e a filha de Kevin Spacey em 'Beleza Americana', além de ter se tornado um mulherão.






Menção honrosa: Chita, do Tarzan - Um dos primeiros sideckicks da história do mundo pop, Chita não é só a parceira inseparavel do Tarzan, mas um ícone hollywoodiano, que tem até sua própria estrela na calçada da fama. Feita por mais de 14 macacos, 1 chipanzé e 1 humano, a Chita mais velha nasceu em 1031 e está viva até hoje, com seus quase 80 anos de vida (!!!). Uma biografria ficcional da personagem foi lançada a poucos anos atrás. Curiosidade: Chita nunca existiu nos livros do Tarzan.

E pra não falarem que não falei do Planeta dos Macacos clássico, um grafico qu explica tudo que você tem que saber sobre a cinessérie (exceto o filme do Tim Burton).

Até a proxima pessoal!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Uaréview: Thor - O Filme

Publicado originalmente em: http://www.uarevaa.com/2011/04/thor-o-filme.html


Uaréview
Por Monitor

Num ano importante para a Marvel Studios consolidar seus personagem e a empresa na industria do cinema, preparando para o (possivel) mega evento que é o filme dos Vingadores, o primeiro herói da editora a chegar essa ano nas telas é Thor, que tem a missão de ligar o fantástico ao real dentro do universo Marvel cinematografico.Ele conseguiu concluir sua missão? Vejamos mais abaixo:

Antes de falarmos sobre o filme em si, vamos a historia. Uma guerra há muito tempo foi travada na Terra (também conhecida como Midgard), do qual seus combatentes vieram de mundos tão distantes quanto: de um lado os Gigantes de Gelo de Jotunhein liderados pelo rei Laufey (Colm Feore), e do outros temos os Guerreiros de Asgard liderados por Odin (Anthony Hopkins).Após uma cruel batalha onde Odin saiu vencedor, ele levou A Caixa dos Invernos Antigos (a arma e fonte de poder dos Gigantes) e a paz foi mantida.Um salto no tempo nos leva a alguns anos depois, quando Thor(Chris Hemsworth) está prestes a ser anunciado rei de Asgard, quando um ataque a Câmera de Odin, onde varios objetos poderosos e valiosos do Universo Marvel estão presentes.

A tentativa de rouba da Caixa dos Invernos antigos gera uma retaliação de Thor junto com seus amigos e seu irmão Loki (Tom Hiddleston) com o rei Laufey, que pode por incio a uma nova guerra.Odin vem e intervem na batalha, e logo após isso bane Thor de seu reino.Esse serie de acontecimentos abre caminho para a verdadeira natureza da origem de Loki seja revelada, que a partir disso inicia sua vingança contra Thor e Jotunhein. Agora preso na terra, Thor é encontrado pelos astrônomos Jane Foster(Natalie Portman), Darcy(Kat Dennings) e Erik Selvig(Stellan Skarsgård), que nem suspeitam que a chegada desse desconhecido pode abrir caminho para algo muito maior.Mas seu Martelo de Poder, Mjolnir, está no deserto e só os nobres de espirito podem erguê-lo, além da SHIELD manter vigilância pesada sobre o martelo, e levantá-lo pode ser o teste de humildade definitivo para o Deus do Trovão.

Bem, agora sobre o filme em si, vamos começar com algumas vantagens. O drama dos personagens é uma das melhores, senão a melhor coisa do filme.Terem contratado um diretor que mexeu com Shakespeare durante anos foi uma ótima pedida, a dinâmica entre as cenas com Thor, Odin e Loki são uma maravilha de se assistir. Apesar de visualmente ser contra a escolha que eles retrataram Asgard, inegavel que eles conseguiram trazer o visual, os angulos da cena e o clima das artes de Jack Kirby para a telona, assim como aquele Bravo Novo Mundo se encaixa com a realidade exagerada daquilo apresentado no Hulk e no Homem de Ferro.

O elenco também é algo de destaque, Tom Hiddleston e Chris Hemsworth são escolhas tão importantes para os filmes da Marvel e seus respectivos personagens quanto Robert Downey Jr foi para o Homem de Ferro.Uma outra questão a ser levantada foi a volta da SHIELD, dessa vez de maneira mais orgânica e de fato importante para a historia, diferente da maneira de que a organização foi mostrada em Homem de Ferro 2.

Alguns pontos negativos: Os acontecimentos ficaram corridos dentro da trama, fazendo que muitos personagens legais, bem interpretados e caraterizados como Sif(Jamie Alexander) e os Três Guerreiros Volstagg (Ray Stevenson), Frandral(Josh Dallas) e Hogun(Tadanobu Asano) não tenham exatamente bastante destaque, só fazendo coisas bem básicas para o andamento da história.Nessa de personagens omissos quem leva a pior mesma é Rene Russo como Frigga, que quase não aparece.

A parte de Midgard trás a maioria das piadas do filme, o que não é algo ruim mas também não ajuda a acresentar em nada no filme, exceto nas partes focadas em Jane Foster e na SHIELD, já que Erik Selvig terá um papel de destaque nos Vingadores. As sequências de no filme são muito bacanas, mas você percebe que poderia ter expandido mais, ter torná-lo mais épica, trazendo problemas passados da produtora de segurar o potêncial nas cenas de ação (espero que eles soltem todo esse potêncial nos Vingadores).

Um dos itens chave do filme, A Caixa de Invernos Antigos, tem granbde destaque no primeiro ato e simplismente é jogada de lado, sendo utilizada meio mal, diferente da Ponte Arco-Iris que ganha destaque e novos usos para ela.Alias, temos a primeira aparição de Jeremy Renner como o Gavião Arqueiro, aparecendo em destaque numa cena de ação mas não participando desta cena, o que é meio broxante por sinal.

No fim das contas, Thor se mostrou um filme melhor que eu imaginava, mas não exatmente um filme bom.Ele tem falhas que não o tornam tão épico quanto deveria ser, mas o esquema arroz-com-feijão da Marvel torna o filme um diversão interessante, mas não tão empolgante e com a qualidade dos dois filmes do Homem de Ferro, porem mais coeso das informações que quer mostrar do que o Incrivel Hulk.Um filme bacana, mas nada mais do que isso.

NOTA: 7.5

Observações

1: Sobre Heindall, Idris Elba fez um trabalho bom, mas não adianta, sendo o porteiro overpower de Asgard ou o porteiro do seu prédio, de certa maneira eles são todos iguais.Veja o filme e você vai entender.

2: A cena pós creditos de Thor não pode ser a mais empolgante de todas, mas é um ótimo elo entre The First Avenger e os Vingadores.

3: Outra coisa que só quem viu o filme entenderá... "THIS IS MADNESS!"


4: Ainda acho que X-men First Class será o melhor filme da Marvel deste ano. Porém, The First Avenger é um grande concorrente.

5: CAI NA PORRADA COMIGO LADY SIF!





terça-feira, 8 de março de 2011

Kelly Osbourne e sua Evolução Corporal!

Publicado originalmente no Metal Rubens: http://metalrubens.blogspot.com/2011/03/kelly-osbourne-e-sua-evolucao-corporal.html

Bem, todos conhecem Kelly Osbourne, filha do grande Ozzy Osbourne, e todos sabem que ela sempre sofreu problemas de peso.Mas diferente dos membros deste blog, que vivem a base de churrasco e cerveja e se orgulham disso, Kelly sabe das vantagens de manter uma alimentação equilibrada e fazer exercicos fisicos.Vejamos passo a passo a transformação dela, começando com ela ainda gordinha:


O começo dos resultados:



E ela hoje em dia, em ótima forma:




Bem, mesmo ainda tendo o queixo de Zacarias, eu ainda ia nessas carnes tensamente HAHAHAHAHAHAHAHAHA

Bem, então acho que todos aprendemos a lição que todo mundo pode ficar em forma, é só ter força de coragem e ir atrás. Ou continuar a dieta saudavel dos membros deste blog e se alimentar de coisas tröos como esta:


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Uaréview: The Killer Inside Me


Publicado originalmente em: http://www.uarevaa.com/2010/11/killer-inside-me.html

Uaréview
Por Monitor

Finalmente, meu ultimo review do Festival do Rio! vamos falar de The Killer Inside Me, que será conhecido por muitas pessoas como "o filme de sodomização sexual de Jessica Alba"! Mas não é só isso que o filme se trata, continua abaixo e saberá mais.


The Killer Inside Me é a adaptação de um livro em 1952 do lendário escritor Pulp Jim Thompson, onde basicamente temos o xerife de um pequeno condado do Texas, chamado Lou Ford (Casey Affleck), onde passou toda a sua vida sendo o bom moço com sentimentos reprimidos. Quando é chamado para expulsar a prostituta Joyce Lakeland(Jessica Alba) da cidade, acaba tendo uma torrida relação com ela com bases em prática sadomasoquistas, mais uma vez vindo dos segredos de sua infância reprimida, mesmo estando noivo de Amy Stanton (Kate Hudson).Querendo se vingar de Chester Conway (Ned Beatty) e de seu filho Elmer Conway (Jay R. Ferguson) por terem feito parte do assasinato de seu irmão (que tinha estuprado uma garota de 7 anos quando tinha entre 15/17 anos, exemplo de familia feliz é isso ai.) e acaba comentendo seu primeiro assasinato matando Elmer e Joyce.

A medida que o filme avança vemos tudo do ponto de vista de Ford, como no livro, e suas ações a medida que fica mais claro dos crimes cometidos por ele. Descobrimos mais sobre sua infância, suas taras e seus traumas, e os projetos de vida que pretende levar depois de limpar todos os seus rastros.O filme foi dirigido por um inglês, no caso Michael Winterbottom ( diretor de 9 canções,O Preço da Coragem e A Festa Nunca Termina), e é importante pro ponto de vista narrativo ter um diretor estrangeiro, em especial na época que o filme se passa, decáda de 50, e todo o suposto clima inocente em que ele ronda,sendo que a varias partes do filme contrastam essa suposta pureza na vida dos americanos.

Chega uma hora que o fato de matar fica tão banal para Lou que não é mostrado mais nenhuma morte dos personagens, apesar de sabermos que elas morreram devido as conversas da policia com o assasino.Conversas essas que demostram certas suspeitas sobre o rapaz, mas que a sociedade não consegue aceitar que o exemplo de bom moço da cidade seja um maniaco assassino. No 3° ato do filme, ele está em pleno controle da situação, aproveitando que ninguem até então em alguma prova ou crê de fato toda a maldade dentro dele.

Quando mostra seu primeiro assasinato, é brutal, é veridico, de uma maneira que você como espectador fique com um pouco de ânsia.Não é pra ser estilizado, nem hiper-realista ao ponto de se tornar banal, mas mostrar que aquilo ali não é brincadeira: ele mata pessoas, é o vicio dele, é que o faz feliz.E todas as atuações (inclusive de Jessica Alba, que prova de fato que é uma atriz não só um corpo bonito bagarai)dão consistência ao produto final, que choca não pelo sexo ou violência, mas o quão frio pode ser o espirito humano.

NOTA: 8,5

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Uaréview: Scott Pilgrim contra o Mundo


Publicado originalmente em: http://www.uarevaa.com/2010/10/scott-pilgrim-contra-o-mundo.html

Uaréview
Por Monitor


Até quando o hype deve ser levado a serio? Até quando um certo movimento deve ser levado a serio e seguido? Alias, quando surge e o que faz você seguir/curtir algo? Um tiro no saco.Pra mim, ler a revista de Scott Pilgrim é tão agradavel quanto levar um tiro no saco, MAS a adaptação tem um elenco bacana e um dos melhores diretores vivos(alem dele ser um dos meus favoritos) Edgar Wright. Afinal, a esperança é a ultima que morre, e quem sabe o filme melhora a revista como aconteceu com Kick Ass...


Bem vamos a historia. Mesmo antes de ser adaptada as telonas, Scott Pilgrim já tinha a cara do Michael Cera: Baixista de uma banda de rock e mantendo uma relação com uma garota mais nova para esquecer um relacionamento passado, Scott Pilgrim (Michael Cera) encontra o amor da sua vida na forma de Ramona Flowers(Mary Elizabeth Winstead, falarei sobre ela depois), americana que se mudou para Toronto, Canada. Scott decide que tem que conquista-lá, mas para isso terá que enfretar 7 ex namorados dela. Até aí, se parece bem com aquilo que aprendemos na faculdade Michael Cera de Atuação:


Mas qual é o diferencial? Alem da grande presença da influência dos games, mangás e animes, também temos a presença de musica alternativa,e varias bandas undergorund, além daquelas criadas para o filme/HQ, como o Clash of the Demonhead.E aí que está O problema principal de Scott Pilgrim, não importa a midia.È um filme de nicho, de um publico especifico para um publico especifico.Por muitas vezes nem a presença forte da influência de games classicos não ajuda a te conectar com história, caso você não seja um indie, mulher e Scottaholic, não necessariamente os três, não necessariamente nessa ordem.
Alguem percebeu que ele não se parece porra nenhuma como Scott da revista?

O relacionamento de Scott e Ramona, assim como qualquerum na vida real, tem altos e baixos.E francamente, chega uma hora no filme que isso que assistir isso fica um saco.Aí que entra o melhor personagem da HQ/Filme, Wallace Wells(feito pelo irmão do Macaulay Culkin, o competente Kieran Culkin), o gay que é amigo de Scott ao mesmo tempo que o utiliza como sua personal bitch, esculachando e mostrando o quanto ele é bundão, mas não fazendo isso por mal, mas para fazer Pilgrim acordar e perceber o quão mané ele está sendo.

Mas além de Wallace e Mary Elizabeth Winstead , a grande atração do filme são as batalhas, muito bem feitas, e com uma ótima escolha de elenco pros 7 ex-namorados do Mal.Destaque para a cena final,contra o final boss Gideon Graves(Jason Schwartzman, de Bored to Death), o vegetárino Todd Ingram (Bradon Routh, provando de vez que melhorou muito como ator) com a participação inesperada do punishero e fodão-sem-oportunidade-de-demonstrar-isso Thomas Jane, o catfight de Ramona com Roxy Richter (Mae Whitman) e a batalha contra Lucas Lee, já que Chris Evans sempre consegue ser engraçado (mas acho bom ele parar com isso em First Avenger...)

No fim das contas, como disse acima, Scott Pilgrim é uma historia,não importa a midia, para um grupo especifico.Talvez seja por isso o motivo de seu fracasso nos States, ao mesmo tempo que a movimentação dos fãs para que o filme seja exibido para todos o elevou ao status de filme cult.Mas em especial, temos que dar credito a Edgar Wright, que conseguiu fazer um filme que de uma maneira ou de outra vai te divertir, seja pelo conteudo geral (caso você seja um fã HC) ou só em partes espeficas (mesmo que as outras partes sejam uma chatisse sem fim).Mas seja acompahando de fora, ou vivendo naquela mundo.o filme é interessante o bastante para ser assistido na telona, apesar de ainda não ser grandes merda.Foi um tiro no saco menos dolorido do que ler a HQ.

NOTA:5,5

PS 1:Você começa a se sentir realmente velho quando só você e uma outra pessoa numa sessão lotada ri descontraladamente da citação de New Kids On The Block


PS 2: È raro eu ficar altamente bolado por causa de uma mulher, mas toda vez que vejo Mary Elizabeth Winstead penso MEU DEUS COMO ESSA MULÉ É GOSTOSA!