Havia um tempo, a muitas eras atrás, especificadamente após 1987, que os filmes estrelados pelo Superman por mais que tentassem voar das paginas de projeto para um longa metragem de fato nunca dava certo. Sempre havia algo que nunca fazia os projetos irem para frente: Houve a tentativa de colocar Superman na cidade engarrafada de Kandor em 'Superman V' aka 'Superman Reborn', o filme nunca feito por Tim Burton, o radical e lendário 'Superman Lives, e a versão proposta por McG com seu 'Superman: Flyby'. Todos estavam travados na verdade, em um mesmo problema: como seguir em frente, fazendo algo novo, se tudo que é dito e falado sobre Superman aponta para uma unica direção, que são os filmes do Christopher Reeve?
Bryan Singer, depois de ter revolucionado o gênero depois de seus dois filme da franquia 'X-men', chegou querendo assumir o filme do Superman com a unica proposta que ainda não tinha sido feita: em não mexer no time que está ganhando. A proposta do Superman dele era de exatamente utilizar os dois primeiros filmes de Richard Donner (e Richard Lester) como peça central para a construção do seu de fato retorno, afim de que lentamente colocasse outros elementos dos quadrinhos por essa ótica nas sequências. Mas como Singer percebeu ao sair o filme, havia uma questão de que eles, e muitos, não haviam percebido. E na celebração de 10 anos de 'Superman Returns', vamos relembrar o filme, mostrar o porque de sua importância e o que sempre trazermos ele a mesa nos faz lembrar. Continua abaixo.






