Eu não gosto do Deadpool. Sim, parece estranho começar a resenha sobre o filme personagem assim, mas é verdade. Não acho graça, não tem algo que me faça me importar com ele, a não ser do fato que, no início, era uma cópia do Deathstroke que não deu certo e acabou se encontrando em se assumir como piada exagerada e violência gratuita, que definitivamente é o que mantém sua fanbase até hoje. Até preferia o Barakapool, porque ele ia mais direto ao assunto sobre a parte que eu considero boa do personagem (a ação). Mas aí o filme dele aconteceu. E, para minha absoluta surpresa, o filme dele foi muito, mas MUITO melhor do que eu esperava.
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Review: Deadpool (2016)
Eu não gosto do Deadpool. Sim, parece estranho começar a resenha sobre o filme personagem assim, mas é verdade. Não acho graça, não tem algo que me faça me importar com ele, a não ser do fato que, no início, era uma cópia do Deathstroke que não deu certo e acabou se encontrando em se assumir como piada exagerada e violência gratuita, que definitivamente é o que mantém sua fanbase até hoje. Até preferia o Barakapool, porque ele ia mais direto ao assunto sobre a parte que eu considero boa do personagem (a ação). Mas aí o filme dele aconteceu. E, para minha absoluta surpresa, o filme dele foi muito, mas MUITO melhor do que eu esperava.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Adaptações Cinematográficas de Quadrinhos e Mangás em 2013
Olá pessoal! Estamos aqui para falar dos últimos grandes lançamentos do cinema em 2013 que envolvem a nona arte e que não envolvem as editoras majors. Esses filmes costumam ser adaptações livres de suas obras originais, já que não são revistas tão conhecidas assim pelo grande publico. Diferente cenário este das adaptações de mangas, normalmente sempre com uma enorme fanbase e feita pela mesma equipe que escreve as historias nas revistas. Veja abaixo a rica lista de filme para o ano que começa, e lembrando que as datas ditas aqui são do lançamento original:
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Especial: Cadernos do Festival do Rio 2011
Publicado originalmente no CLIMAX: http://blogclimax.blogspot.com/2011/10/especial-cadernos-do-festival-do-rio_31.html
Bem, estou de volta para dar uma leve comentada do que eu vi no Festival do Rio esse ano, pra fechar de vez o especial do site sobre o assunto.Vamos aos filmes?
Juan dos Mortos
Provavelmente um dos melhores filmes de zumbis da década e certamente o melhor filme de zumbis do ano.O diretor Alejandro Brugués consegue misturar horror gore, comédia, ação e acima de tudo, coração no filme que segue a cartilha básica e certeira de fazer um filme do gênero dar certo.Juan (Alexis Díaz de Villegas) é Cuba e Cuba é Juan, não tem como separar um do outro.E depois de passar o filme inteiro construindo lindamente a carga drámatica do filme, o final altruista de Juan misturada com uma citação fantástica de Frank Frazzeta me fez segurar as lágrimas pelo resto da semana.O primeiro filme de horror Cubano ainda por cima é um clássico instantâneo.

TrollHunter
TrollHunter poderia ser só mais um filme do estilo found-footage se não convertesse a sua propria natureza ao ponto de se transformar em documentário real sobre algo que (teoricamente) não existe.Acompanhamos a vida e os riscos de um Caçador de Trolls, e a responsabilidade e as consequências de querer que a verdade seja mostrada ao publico.Por mais que aparenta ser um found footage, ainda consegue ser um filme bem acima da média em comparação a outros conterrâneos de gênero.E uma diversão sem limites!

Vermelho, Azul e Branco
Já falei muito sobre Simon Risley, o diretor de terror que vem de uma recente safra europeia, da qual você vai se apaixonar instantaneamente.Você pode ler minha resenha do filme aqui.
Punk Na Africa
Um documentário que, para os fãs de rock, vai ser uma incrível descoberta de um bravo novo mundo.Mostrando as raízes punk surgidas na Africa do Sul, sua evolução até o ska punk e derivados, e sua relação delicada com a politica africana e sua ligação social e artística.Apesar de acabar meio do nada, ainda sim é um ótimo documentário.

A Coisa (2011)
E triste algo com um potencial tão bom ser jogado fora. Na intenção de ter contado um pedaço mal explicado do filme original (os Noruegueses), a nova versão da Coisa, mesmo selecionando temas do clássico do John Carpenter e do original 1951, se perde e fracassa em poder ser um ótimo filme por não se decidir se é um prequel do filme do Carpenter ou um reboot geral da franquia.As partes boas do filme: monstros realmente assustadores,grotescamente geniais.E Mary Elisabeth Winsted (que se saiu melhor dentro do filme), você nunca se cansa de ser linda, sua linda?

Attack the Block
Todo o hype em cima desse filme tinha um motivo, um ótimo motivo para falar a verdade. Attack the Block é o "Aventureiros do Bairro Proibido" Inglês, aquele tipo de filme que você vai amar ou odiar instantâneamente, que mexe com seus sentimentos sobre aqueles personagens desde a primeira cena.De racismo a amadurecimento precoce, aborda todos os temas propostos com uma qualidade impecável.E viva Moses!

Aqui é meu Lugar
Drama competente com seus momentos de comédia e drama muito bem equilibrados.Sean Penn ótimo como Cheyenne num filme onde o tema principal é que para amadurecer, você precisa aceitar que certas coisas tem que ficar para trás, e dentro da trama há inúmeros exemplos que ajudam a compor a trajetória psicológico do personagem de Penn.Espere pelo menos uma indicação de Sean para algum prémio importante.

Torrente 4 (em 3D)
A grande surpresa pra mim do festival é essa engraçadíssima comédia espanhola de um personagem que mistura Kenny Powers (da serie Eastbound & Down) com filmes do estilo 'Maquina Mortifera' e 'Um Tira Da Pesada'.Servindo como critica social, comédia escatológica e filme de ação, o quarto filme da serie chegou tarde ao Brasil.Santiago Segura já é um ator experiente em filmes que mexem com a cultura pop (por exemplo, ele fez Blade 2,Hellboy 2 e El Dia de La Besta) e fico muito feliz em ele ter um ícone para chamar de seu!

Drive
Warner, dá logo Mulher Maravilha pra esse cara fazer! Nicolas Refn já era um diretor foda, comprovado por filmes como O Guerreiro Silêncioso, Pusher e Bronson, mas artisticamente falando e até mesmo como filme, Drive é sua mais nova menina de ouro.Uma história até simples, mas extremamente bem contada e com seus pequenos detalhes que o tornam único.Ryan Gosling tem tudo pra se tornar o novo Clint Eastwood no sentido de ter apenas personagens fodões no currículo.

Batalha Real 3D- Especial de 10° Aniversário
Comemorando 10 anos do clássico filme japonês, foi decido fazer uma versão 3D para festejar o acontecimento, mas teve um grande preço a se pagar.A péssima conversão em 3D teve realmente poucos momentos em 3D além da qualidade visual do filme ficar parecendo a de um VHS.Mas de resto, continua com a mesma grande história (e ideias) de sempre: pegar o genero colegial japones, em que muitas vezes as tramas adolecentes são tratadas como situações de vida e morte, e realmente transforma-las em situações de vida e morte.

Lista Mortal
Em definitivo, o pior filme que vi no festival.Se no primeiro ato você se cansa de ver o dia a dia do personagens principal,ter mostrado menos coisas ali seria melhor. No segundo ato (onde descobrimos que ele é um matador de aluguel) e mostra ele trabalhando de fato é a melhor parte do filme, antes que as coisas começem a ficar estranhas demais dando o final sem noção do terceiro ato.

Take Shelter - O Abrigo
KNEEL BEFORE ZOD! Ok,ok, é cedo dizer, mas é indiscutivel que Michael Shannon é um ótimo ator, e isso se comprova cada vez mais como por exemplo neste filme, que relembra a boa época em que M Night Shyamalan realmente fazia filmes bons.Se em 'Corpo Fechado' o filme todo age como se fosse o primeiro ato de um filme de super hérois, 'Take Shelter' aje sobre esse mesmo principio caso fosse um filme catastrofe.

The Raid- Batida Policial
É triste ver que o povo que custuma ir ao Festival do Rio não conhecer muitos dos filmes de porradaria indiano/tailandeses, porque cada cena de filme gerou aplausos descontrolados da sessão que eu estava presente. The Raid (Batida Policial) é mais um ótimo filme de ação da terra do Sagat e certamente o melhor filme de ação do ano! Nessas horas que eu sinto falta de ver Tony Jaa nas telonas por aqui, mas Iko Uwais provou ser um substituto a altura do antigo ator, atual monge budista.Porradaria da boa!
Red State
Diferente de muitos por aí acham, não sou um daqueles que acha que o unico filme bom do Kevin Smith é o primeiro Balconista.Acho isso errado.Claro, teve alguns tropeços pelo caminho (Jersey Girl, Tiras em Apuros), mas tudo que ele fez de resto tinha um objetivo que no caso foi cumprido em cada função que os filmes tinham que contar.Mas encho a boca para dizer, e mais do que nunca com razão, que Red State é o melhor filme que o diretor já fez, o cala-boca definitvo para seus detratores. Dialogos afiados como a muito tempo não se via dentro dos seus filmes, uma direção acertadíssima, atuações ótimas, especialmente do Pastor Abin Cooper, feito brilhantemente por Michael Parks, completamente magnético na tela (terem passado a versão de Cannes me faz entender o quão triste foi pro Kevin tirar alguns pedaços do monologo), dentro de um filme onde vidas não são importantes no momento que você tem livre arbitrio para impor suas opiniões e desejos.Pra mim, um dos melhores filmes (se não O melhor) do Festival.

Na mostra Dario Argento, os filmes vistos foram:
Terror Na Ópera
Um dos clássicos oitentistas do Dario Argento, Terror na Ópera já mostra o gosto do diretor por óperas e grandes dramas.Novamente trazendo elementos do Giallo para dentro dos filmes de Terror, de certo modo neste caso o filme tem uma certa consciência de que é uma historia contada e que seu drama principal tem cenário e escalas certas para acabar, indo muito além da ideia de peça de teatro.E sou fã das bandas de metal que apareciam nesta época em seus filmes \,,/

Phenomena
Boa noticia: Jeniffer Connely sempre foi linda.Má noticia: ela nunca irá ficar com você.Phenomena entra em areas sobrenaturais e os retardados que ficaram tachando o filme (e o diretor) de trash não entenderam o que ele quis com esse filme: as contradições entre a beleza e a feiura, o lado animal e como o homem pode interferir com a natureza de maneira poética ou brutal.

O Gato de Nove Caudas
Um de seus primeiros filmes, Dario já mostra ao que veio trazendo o elemento de suspense dos Giallos de maneira não tradicional com um personagem cego estrelando o filme, além do reporter.A questão principal aqui é o que faria as pessoas a matarem: é algo instintivo, pré-determinado ou ocasional? Argento explora todos as possibilidades de respostas aqui.

O Retorno da Maldição-Mãe das Lagrimas
O final da trilogia das mães funciona bem como filme de terror, e ele sabe explorar muito bem seus sustos com um dos temas favoritos do Dario (Bruxas), fechando bem o final da trilogia. Mesmo eu nunca tido visto as duas primeiras partes, o filme final consegue funcionar bem como algo próprio.

Um Vulto na Escuridão
Sempre fui fã do Fantasma da Ópera, mais como conto de terror do que musical, e fiquei maravilhado ao saber que ele tinha feito sua propria versão da história.Dessa vez o Fantasma de auto-denomina um rato, um ser do submundo que não tem vergonha de matar quem ele acha que mereça, mesmo que as vezes as pessoa no caso não mereça.Além disso, ele é a forma fisíca, misteriosa, sexual e descontrolada do amor até então desconhecido pela artista feita pela competente atriz (e não só um rosto bonito) Asia Argento.

O Passaro das Plumas de Cristal
Aqui a arte é inspiração para assasinatos, para reconstrução de artistas e para situações de vida e morte envoltos no mistério de que existe muito mais que a gente ve num momento do que meramente pensamos.Como todo quebra cabeças,cruzadas ou qualquer tipo de jogo ele deve ser montado devagar, sempre analisando o que veio antes para tentar adivinhar o que vem depois, antes que seja tarde demais.

Por hoje acabei!Até a proxima!
Bem, estou de volta para dar uma leve comentada do que eu vi no Festival do Rio esse ano, pra fechar de vez o especial do site sobre o assunto.Vamos aos filmes?
Juan dos Mortos
Provavelmente um dos melhores filmes de zumbis da década e certamente o melhor filme de zumbis do ano.O diretor Alejandro Brugués consegue misturar horror gore, comédia, ação e acima de tudo, coração no filme que segue a cartilha básica e certeira de fazer um filme do gênero dar certo.Juan (Alexis Díaz de Villegas) é Cuba e Cuba é Juan, não tem como separar um do outro.E depois de passar o filme inteiro construindo lindamente a carga drámatica do filme, o final altruista de Juan misturada com uma citação fantástica de Frank Frazzeta me fez segurar as lágrimas pelo resto da semana.O primeiro filme de horror Cubano ainda por cima é um clássico instantâneo.

TrollHunter
TrollHunter poderia ser só mais um filme do estilo found-footage se não convertesse a sua propria natureza ao ponto de se transformar em documentário real sobre algo que (teoricamente) não existe.Acompanhamos a vida e os riscos de um Caçador de Trolls, e a responsabilidade e as consequências de querer que a verdade seja mostrada ao publico.Por mais que aparenta ser um found footage, ainda consegue ser um filme bem acima da média em comparação a outros conterrâneos de gênero.E uma diversão sem limites!

Vermelho, Azul e Branco
Já falei muito sobre Simon Risley, o diretor de terror que vem de uma recente safra europeia, da qual você vai se apaixonar instantaneamente.Você pode ler minha resenha do filme aqui.
Punk Na Africa
Um documentário que, para os fãs de rock, vai ser uma incrível descoberta de um bravo novo mundo.Mostrando as raízes punk surgidas na Africa do Sul, sua evolução até o ska punk e derivados, e sua relação delicada com a politica africana e sua ligação social e artística.Apesar de acabar meio do nada, ainda sim é um ótimo documentário.

A Coisa (2011)
E triste algo com um potencial tão bom ser jogado fora. Na intenção de ter contado um pedaço mal explicado do filme original (os Noruegueses), a nova versão da Coisa, mesmo selecionando temas do clássico do John Carpenter e do original 1951, se perde e fracassa em poder ser um ótimo filme por não se decidir se é um prequel do filme do Carpenter ou um reboot geral da franquia.As partes boas do filme: monstros realmente assustadores,grotescamente geniais.E Mary Elisabeth Winsted (que se saiu melhor dentro do filme), você nunca se cansa de ser linda, sua linda?

Attack the Block
Todo o hype em cima desse filme tinha um motivo, um ótimo motivo para falar a verdade. Attack the Block é o "Aventureiros do Bairro Proibido" Inglês, aquele tipo de filme que você vai amar ou odiar instantâneamente, que mexe com seus sentimentos sobre aqueles personagens desde a primeira cena.De racismo a amadurecimento precoce, aborda todos os temas propostos com uma qualidade impecável.E viva Moses!

Aqui é meu Lugar
Drama competente com seus momentos de comédia e drama muito bem equilibrados.Sean Penn ótimo como Cheyenne num filme onde o tema principal é que para amadurecer, você precisa aceitar que certas coisas tem que ficar para trás, e dentro da trama há inúmeros exemplos que ajudam a compor a trajetória psicológico do personagem de Penn.Espere pelo menos uma indicação de Sean para algum prémio importante.

Torrente 4 (em 3D)
A grande surpresa pra mim do festival é essa engraçadíssima comédia espanhola de um personagem que mistura Kenny Powers (da serie Eastbound & Down) com filmes do estilo 'Maquina Mortifera' e 'Um Tira Da Pesada'.Servindo como critica social, comédia escatológica e filme de ação, o quarto filme da serie chegou tarde ao Brasil.Santiago Segura já é um ator experiente em filmes que mexem com a cultura pop (por exemplo, ele fez Blade 2,Hellboy 2 e El Dia de La Besta) e fico muito feliz em ele ter um ícone para chamar de seu!

Drive
Warner, dá logo Mulher Maravilha pra esse cara fazer! Nicolas Refn já era um diretor foda, comprovado por filmes como O Guerreiro Silêncioso, Pusher e Bronson, mas artisticamente falando e até mesmo como filme, Drive é sua mais nova menina de ouro.Uma história até simples, mas extremamente bem contada e com seus pequenos detalhes que o tornam único.Ryan Gosling tem tudo pra se tornar o novo Clint Eastwood no sentido de ter apenas personagens fodões no currículo.

Batalha Real 3D- Especial de 10° Aniversário
Comemorando 10 anos do clássico filme japonês, foi decido fazer uma versão 3D para festejar o acontecimento, mas teve um grande preço a se pagar.A péssima conversão em 3D teve realmente poucos momentos em 3D além da qualidade visual do filme ficar parecendo a de um VHS.Mas de resto, continua com a mesma grande história (e ideias) de sempre: pegar o genero colegial japones, em que muitas vezes as tramas adolecentes são tratadas como situações de vida e morte, e realmente transforma-las em situações de vida e morte.

Lista Mortal
Em definitivo, o pior filme que vi no festival.Se no primeiro ato você se cansa de ver o dia a dia do personagens principal,ter mostrado menos coisas ali seria melhor. No segundo ato (onde descobrimos que ele é um matador de aluguel) e mostra ele trabalhando de fato é a melhor parte do filme, antes que as coisas começem a ficar estranhas demais dando o final sem noção do terceiro ato.

Take Shelter - O Abrigo
KNEEL BEFORE ZOD! Ok,ok, é cedo dizer, mas é indiscutivel que Michael Shannon é um ótimo ator, e isso se comprova cada vez mais como por exemplo neste filme, que relembra a boa época em que M Night Shyamalan realmente fazia filmes bons.Se em 'Corpo Fechado' o filme todo age como se fosse o primeiro ato de um filme de super hérois, 'Take Shelter' aje sobre esse mesmo principio caso fosse um filme catastrofe.

The Raid- Batida Policial
É triste ver que o povo que custuma ir ao Festival do Rio não conhecer muitos dos filmes de porradaria indiano/tailandeses, porque cada cena de filme gerou aplausos descontrolados da sessão que eu estava presente. The Raid (Batida Policial) é mais um ótimo filme de ação da terra do Sagat e certamente o melhor filme de ação do ano! Nessas horas que eu sinto falta de ver Tony Jaa nas telonas por aqui, mas Iko Uwais provou ser um substituto a altura do antigo ator, atual monge budista.Porradaria da boa!
Red StateDiferente de muitos por aí acham, não sou um daqueles que acha que o unico filme bom do Kevin Smith é o primeiro Balconista.Acho isso errado.Claro, teve alguns tropeços pelo caminho (Jersey Girl, Tiras em Apuros), mas tudo que ele fez de resto tinha um objetivo que no caso foi cumprido em cada função que os filmes tinham que contar.Mas encho a boca para dizer, e mais do que nunca com razão, que Red State é o melhor filme que o diretor já fez, o cala-boca definitvo para seus detratores. Dialogos afiados como a muito tempo não se via dentro dos seus filmes, uma direção acertadíssima, atuações ótimas, especialmente do Pastor Abin Cooper, feito brilhantemente por Michael Parks, completamente magnético na tela (terem passado a versão de Cannes me faz entender o quão triste foi pro Kevin tirar alguns pedaços do monologo), dentro de um filme onde vidas não são importantes no momento que você tem livre arbitrio para impor suas opiniões e desejos.Pra mim, um dos melhores filmes (se não O melhor) do Festival.

Na mostra Dario Argento, os filmes vistos foram:
Terror Na Ópera
Um dos clássicos oitentistas do Dario Argento, Terror na Ópera já mostra o gosto do diretor por óperas e grandes dramas.Novamente trazendo elementos do Giallo para dentro dos filmes de Terror, de certo modo neste caso o filme tem uma certa consciência de que é uma historia contada e que seu drama principal tem cenário e escalas certas para acabar, indo muito além da ideia de peça de teatro.E sou fã das bandas de metal que apareciam nesta época em seus filmes \,,/

Phenomena
Boa noticia: Jeniffer Connely sempre foi linda.Má noticia: ela nunca irá ficar com você.Phenomena entra em areas sobrenaturais e os retardados que ficaram tachando o filme (e o diretor) de trash não entenderam o que ele quis com esse filme: as contradições entre a beleza e a feiura, o lado animal e como o homem pode interferir com a natureza de maneira poética ou brutal.

O Gato de Nove Caudas
Um de seus primeiros filmes, Dario já mostra ao que veio trazendo o elemento de suspense dos Giallos de maneira não tradicional com um personagem cego estrelando o filme, além do reporter.A questão principal aqui é o que faria as pessoas a matarem: é algo instintivo, pré-determinado ou ocasional? Argento explora todos as possibilidades de respostas aqui.

O Retorno da Maldição-Mãe das Lagrimas
O final da trilogia das mães funciona bem como filme de terror, e ele sabe explorar muito bem seus sustos com um dos temas favoritos do Dario (Bruxas), fechando bem o final da trilogia. Mesmo eu nunca tido visto as duas primeiras partes, o filme final consegue funcionar bem como algo próprio.

Um Vulto na Escuridão
Sempre fui fã do Fantasma da Ópera, mais como conto de terror do que musical, e fiquei maravilhado ao saber que ele tinha feito sua propria versão da história.Dessa vez o Fantasma de auto-denomina um rato, um ser do submundo que não tem vergonha de matar quem ele acha que mereça, mesmo que as vezes as pessoa no caso não mereça.Além disso, ele é a forma fisíca, misteriosa, sexual e descontrolada do amor até então desconhecido pela artista feita pela competente atriz (e não só um rosto bonito) Asia Argento.

O Passaro das Plumas de Cristal
Aqui a arte é inspiração para assasinatos, para reconstrução de artistas e para situações de vida e morte envoltos no mistério de que existe muito mais que a gente ve num momento do que meramente pensamos.Como todo quebra cabeças,cruzadas ou qualquer tipo de jogo ele deve ser montado devagar, sempre analisando o que veio antes para tentar adivinhar o que vem depois, antes que seja tarde demais.

Por hoje acabei!Até a proxima!
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Uaréview: Balada do Amor e Òdio
Publicado originalmente em: http://www.uarevaa.com/2011/08/balada-do-amor-e-odio.html
Ultimamente estou ficando muito fã do cinema espanhol.O motivo? Eles conseguem passar um ar nacionalista, parecer e transparecer que é um filme genuinamente de seu país, e ao mesmo tempo conseguem brincar com temas que, pelo menos no cinema brasileiro, se não são feitos por muitos,são vistos como preconceito. Tive a oportunidade de conhecer o trabalho de Alex de La Iglesia no ótimo 800 Balas (que já falei sobre no CinemaScope) e no festival RioFan tiver a chance de ver seu novo filme antes do lançamento nacional, no caso Balada Triste de Trompeta, por aqui conhecido como Balada do Amor e Òdio.
Antes de mais nada vamos a história: durante a Guerra Civil espanhola, um palhaço de circo (Santiago Segura) é convocado a força para a guerra e após isso é mantido prisoneiro pelo novo regime do país.
Anos depois, seu filho Javier (Carlos Areces) se torna o Palhaço Triste de um circo na periferia, sendo companheiro do Palhaço Feliz Sergio (Antonio de la Torre). Se Javier é timido e assustado com tudo, Sergio é violento e opressor a todos no circo. O problema começa quando Javier se apaixona pela mulher de Sergio, Natalia (Carolina Bang), que inocentemente acha que pode ficar com os dois, sem saber que suas ações desecadearam uma espiral de loucura, morte e deformidades entre os dois palhaços.
O filme se alinha com eventos reais da historia politica da Espanha, mas você não precisa ser um historiador para ver o filme, o mesmo passa todas as informações necessarias para você saber o que acontece no país.No caso essas mudanças são importantes, pois os cenários de representação do progresso do país e dos militares no poder estão intimamente ligados Javier e sua raiva dos militares, que aprisonaram, escravizaram e mataram seu pai. Normalmente um cara timído e retraido, quando enlouquece sua raiva é focada apenas para os militares e Sergio, nunca matando pessoas inocentes, mas são significando que ele as machuque quando incomodado.
Já Sergio, que praticamente domina o Circo pelo fato dele ser a atração principal, é dominador, opressor e extremanente violênto quanto quer, mas assim que é deformado por Javier, seu mundo cai, e toda a sua busca é para recurpar a gloria e o prazer de algo que ele realmente gostava.Apesar de ser quase um maniaco, ele gostava e se sentia bem em fazer as crianças felizes, porque indiretamente deixava ele feliz sem ter que machucar ninguem.
No fim desse triângulo temos Natalia, a malabalista, uma mulher extremamente bonita, mas que não sabe exatamente o que quer. Ela gosta de Javier porque a trata com respeito, mas gosta de Sergio porque satisfaz suas necessidades sexuais, ou seja, por tanto procurar felicidade pelos outros, acaba não tendo respeito por si próprio. Só acaba correndo atrás disso quando o pior acontece.
No caso, o filme foca mais no romance no primeiro ato do filme, até que a situação explode no fim deste, quando Javier quase mata Sergio e o deforma, depois disso fugindo e ficando maluco.Se antes a questão era ver quem conquistava o amor de Natalia, agora Sergio e Javier buscam nela algo quase divino, como se a presença dela fosse normalizar as coisas para ambos os lados.No segundo ato, deixa de ser amor e vira uma devoção doentia, ela deixa de usar os palhaços como objeto para ela se tornar o objeto, que só quando Natalia é pressionada novamente para escolher um deles que o amor verdadeiro e velho conflita vem a tona.
Alex de La Iglesia nos trás um filme bastante equilibrado, que usa e abusa das caracteristicas principais não só do diretor, mas do cinema fatástico espanhol em geral.O unico problema pra mim é que o gancho para o terceiro ato foi forçado demais, mas isso não tira o fato do filme ser mais um acerto do diretr.Ele não tem medo de barçar o bizarro e mostrar o quão fundo o ser humano pode ir e mostrar sua verdadeira face, seja ela feliz ou triste.
NOTA:9.0
Titulo original: Balada Triste de trompeta
Ano: 2010
Com: Carlos Areces, Antonio de la Torre and Carolina Bang
Direção:Álex de la Iglesia
Estúdio: Magnet (USA)
OBS: Alex de La Iglesia tem o dom de escolher as mulheres mais gostosas da Espanha em seus filmes, PQP.

Uaréview
Por Monitor
Por Monitor
Ultimamente estou ficando muito fã do cinema espanhol.O motivo? Eles conseguem passar um ar nacionalista, parecer e transparecer que é um filme genuinamente de seu país, e ao mesmo tempo conseguem brincar com temas que, pelo menos no cinema brasileiro, se não são feitos por muitos,são vistos como preconceito. Tive a oportunidade de conhecer o trabalho de Alex de La Iglesia no ótimo 800 Balas (que já falei sobre no CinemaScope) e no festival RioFan tiver a chance de ver seu novo filme antes do lançamento nacional, no caso Balada Triste de Trompeta, por aqui conhecido como Balada do Amor e Òdio.
Antes de mais nada vamos a história: durante a Guerra Civil espanhola, um palhaço de circo (Santiago Segura) é convocado a força para a guerra e após isso é mantido prisoneiro pelo novo regime do país.
Anos depois, seu filho Javier (Carlos Areces) se torna o Palhaço Triste de um circo na periferia, sendo companheiro do Palhaço Feliz Sergio (Antonio de la Torre). Se Javier é timido e assustado com tudo, Sergio é violento e opressor a todos no circo. O problema começa quando Javier se apaixona pela mulher de Sergio, Natalia (Carolina Bang), que inocentemente acha que pode ficar com os dois, sem saber que suas ações desecadearam uma espiral de loucura, morte e deformidades entre os dois palhaços.
O filme se alinha com eventos reais da historia politica da Espanha, mas você não precisa ser um historiador para ver o filme, o mesmo passa todas as informações necessarias para você saber o que acontece no país.No caso essas mudanças são importantes, pois os cenários de representação do progresso do país e dos militares no poder estão intimamente ligados Javier e sua raiva dos militares, que aprisonaram, escravizaram e mataram seu pai. Normalmente um cara timído e retraido, quando enlouquece sua raiva é focada apenas para os militares e Sergio, nunca matando pessoas inocentes, mas são significando que ele as machuque quando incomodado.
Já Sergio, que praticamente domina o Circo pelo fato dele ser a atração principal, é dominador, opressor e extremanente violênto quanto quer, mas assim que é deformado por Javier, seu mundo cai, e toda a sua busca é para recurpar a gloria e o prazer de algo que ele realmente gostava.Apesar de ser quase um maniaco, ele gostava e se sentia bem em fazer as crianças felizes, porque indiretamente deixava ele feliz sem ter que machucar ninguem.
No fim desse triângulo temos Natalia, a malabalista, uma mulher extremamente bonita, mas que não sabe exatamente o que quer. Ela gosta de Javier porque a trata com respeito, mas gosta de Sergio porque satisfaz suas necessidades sexuais, ou seja, por tanto procurar felicidade pelos outros, acaba não tendo respeito por si próprio. Só acaba correndo atrás disso quando o pior acontece.
No caso, o filme foca mais no romance no primeiro ato do filme, até que a situação explode no fim deste, quando Javier quase mata Sergio e o deforma, depois disso fugindo e ficando maluco.Se antes a questão era ver quem conquistava o amor de Natalia, agora Sergio e Javier buscam nela algo quase divino, como se a presença dela fosse normalizar as coisas para ambos os lados.No segundo ato, deixa de ser amor e vira uma devoção doentia, ela deixa de usar os palhaços como objeto para ela se tornar o objeto, que só quando Natalia é pressionada novamente para escolher um deles que o amor verdadeiro e velho conflita vem a tona.
Alex de La Iglesia nos trás um filme bastante equilibrado, que usa e abusa das caracteristicas principais não só do diretor, mas do cinema fatástico espanhol em geral.O unico problema pra mim é que o gancho para o terceiro ato foi forçado demais, mas isso não tira o fato do filme ser mais um acerto do diretr.Ele não tem medo de barçar o bizarro e mostrar o quão fundo o ser humano pode ir e mostrar sua verdadeira face, seja ela feliz ou triste.
NOTA:9.0
Titulo original: Balada Triste de trompeta
Ano: 2010
Com: Carlos Areces, Antonio de la Torre and Carolina Bang
Direção:Álex de la Iglesia
Estúdio: Magnet (USA)
OBS: Alex de La Iglesia tem o dom de escolher as mulheres mais gostosas da Espanha em seus filmes, PQP.

segunda-feira, 9 de maio de 2011
CinemaScope: WWE Studios
Publicado origialmente em: http://www.uarevaa.com/2011/05/cinemascope-wwe-studios.html

Com a chegada de Velozes e Furiosos 5 (conhecido como Fast Five, o filme do punheteiro marombeiro), o CinemaScope dá uma olhada em uma produtora especializada em filmes de brucutus porradores, porque é originada de uma fabrica de brucutus porradores: WWE! BRING IT MORE!
Bem, o WWE Studios começou em 2002 com o objetivo de produzir longas metragens, filmes pra TV e series com seus lutadores, obviamente. neste ano, eles começam a fazer distribuição indepêndentes de seus filmes, alguns deles saindo do ambito de filmes de luta e vendo outras vertentes. Abaixo temos alguns filmes da companhia que devem sair esse ano.

That’s What I Am
Filme estrelado por Randy Orton junto com Ed Harris, fala sobre um tema recorrente esses dias, o bullying.Vemos o jovem Andy Nichol(Chase Ellison) que sofre com as zoações de seus colegas na escola.Pra completar, seu professor Simon (Helms) o põe junto com o pária da escola Big G (Alexander Walters), sacaneado por sua grande cabeça ruiva.Juntos eles tentaram superar os problemas por ser julgados por pessoas que acham que seu status de popular vão durar para sempre.

The Chaperone
Mais uma daquelas comédias bobinhas, dessa vez estreladas pelo Triple H. Ex-prisoneiro vira motorista de ônibus escolar e acaba se metendo em altas confusões quando numa escursão, dois bandidos ficam de encontro a eles.Nada que você não tenha visto antes na Sessão da Tarde.Coincidentemente esse filme foi dirigido por Stephen Herek, de 'Bill e Ted', Rock Star e 101 Dalmatas, crássicos dos anos 90.

Inside Out
Dos 3 filmes citados, Inside Out é o unico que ainda não saiu. Também estrelando Triple H,junto com Michael Rapaport (Prison Break) e Parker Posey (Highland Park).Pelo cartaz que vazou deve ter assalto, briga e explosões relacionados.

WWE Pictures no Cinema
Antes de ter ido de ve pro mercado de home video, WWE produziu ou co-produziu alguns filmes que chegaram a ficar bem famosos (graças ao The Rock).Vejamos alguns deles.
Bem Vindo a Selva
Um dos melhores filmes do the Rock, principalmete pros brasileiros e sua semifidelidade ao páis (EU VOU QUEBRRAR AH TUA CARA!), além de ser um competente e divertido filme de ação. A tocha do Xuazineguer foi passada para A Rocha neste filme.

O Escorpião Rei
O spinoff da Múmia com a estreia de The Rock no papel principal é um Conan pra crianças, mas pelo menos não anda modelando pra Loreal Paris que nem o novo Conan em Trêis Dê.Além de trazer o fodão Michael Clake Duncan e o ex-lutador Tyler Maine(X-Men, Halloween) e agostosa da Kelly Hu em cena, tem uma puta trilha sonora, como por exemplo essa parceria entre Rob Zombie e Ozzy Osbourne.

12 Quadras
O ultimo filme da produtora nos cinemas traz o garoto propaganda da Subway, Jonh Cena, que faz um policial que tem que passar por 12 trabalhos dignos de Hercules para poder salvar sua ex-namorada que foi sequestrada por um antigo inimigo.

Bem,acabei por aqui.Semana que vem o Palhetada e o Madrugada Macabra se encontrão no CinemaScope para falar do filme de Terror do Dee Snider (vocalista do Twisted Sister): Morbido Silêncio.Inté!
Com a chegada de Velozes e Furiosos 5 (conhecido como Fast Five, o filme do punheteiro marombeiro), o CinemaScope dá uma olhada em uma produtora especializada em filmes de brucutus porradores, porque é originada de uma fabrica de brucutus porradores: WWE! BRING IT MORE!
Bem, o WWE Studios começou em 2002 com o objetivo de produzir longas metragens, filmes pra TV e series com seus lutadores, obviamente. neste ano, eles começam a fazer distribuição indepêndentes de seus filmes, alguns deles saindo do ambito de filmes de luta e vendo outras vertentes. Abaixo temos alguns filmes da companhia que devem sair esse ano.

That’s What I Am
Filme estrelado por Randy Orton junto com Ed Harris, fala sobre um tema recorrente esses dias, o bullying.Vemos o jovem Andy Nichol(Chase Ellison) que sofre com as zoações de seus colegas na escola.Pra completar, seu professor Simon (Helms) o põe junto com o pária da escola Big G (Alexander Walters), sacaneado por sua grande cabeça ruiva.Juntos eles tentaram superar os problemas por ser julgados por pessoas que acham que seu status de popular vão durar para sempre.

The Chaperone
Mais uma daquelas comédias bobinhas, dessa vez estreladas pelo Triple H. Ex-prisoneiro vira motorista de ônibus escolar e acaba se metendo em altas confusões quando numa escursão, dois bandidos ficam de encontro a eles.Nada que você não tenha visto antes na Sessão da Tarde.Coincidentemente esse filme foi dirigido por Stephen Herek, de 'Bill e Ted', Rock Star e 101 Dalmatas, crássicos dos anos 90.

Inside Out
Dos 3 filmes citados, Inside Out é o unico que ainda não saiu. Também estrelando Triple H,junto com Michael Rapaport (Prison Break) e Parker Posey (Highland Park).Pelo cartaz que vazou deve ter assalto, briga e explosões relacionados.

WWE Pictures no Cinema
Antes de ter ido de ve pro mercado de home video, WWE produziu ou co-produziu alguns filmes que chegaram a ficar bem famosos (graças ao The Rock).Vejamos alguns deles.
Bem Vindo a Selva
Um dos melhores filmes do the Rock, principalmete pros brasileiros e sua semifidelidade ao páis (EU VOU QUEBRRAR AH TUA CARA!), além de ser um competente e divertido filme de ação. A tocha do Xuazineguer foi passada para A Rocha neste filme.

O Escorpião Rei
O spinoff da Múmia com a estreia de The Rock no papel principal é um Conan pra crianças, mas pelo menos não anda modelando pra Loreal Paris que nem o novo Conan em Trêis Dê.Além de trazer o fodão Michael Clake Duncan e o ex-lutador Tyler Maine(X-Men, Halloween) e agostosa da Kelly Hu em cena, tem uma puta trilha sonora, como por exemplo essa parceria entre Rob Zombie e Ozzy Osbourne.

12 Quadras
O ultimo filme da produtora nos cinemas traz o garoto propaganda da Subway, Jonh Cena, que faz um policial que tem que passar por 12 trabalhos dignos de Hercules para poder salvar sua ex-namorada que foi sequestrada por um antigo inimigo.

Bem,acabei por aqui.Semana que vem o Palhetada e o Madrugada Macabra se encontrão no CinemaScope para falar do filme de Terror do Dee Snider (vocalista do Twisted Sister): Morbido Silêncio.Inté!
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Revirando o Baú: A Hora Do Espanto
Nos anos 80, a mais nova onda surgida no gênero horror eram os filmes slasher. Novos monstros modernos,como Mike Myers de Halloween, Freddy Kruger de A Hora do Pesadelo e Jason Voorhees de Sexta Feira 13. E onde os vampiros estariam neste caso? Um filme que represente bem os monstros clássicos demorou muito pra sair mas em 1985 os filmes foram estabelecidos para um novo publico em Fright Night(Hora do Arrepio).Seguindo certas premissas clássicas, ao mesmo tempo dando explicação plausíveis a algumas dela, não muda nada da raiz do mito do vampiro criado em Dracula, mas atualiza isso (no caso os anos 80) e põe pitadas de humor dentro da tensão criada pelo fato de Charley Brewster (William Ragsdale) saber que seu novo vizinho Jerry Dandrige (Chris Sarandon) é um vampiro e está cometendo uma serie de assassinatos, afim de se alimentar para sobreviver.

No caso a figura física do vampiro, principalmente quando se transforma mais em besta do que homem, é propositalmente deformada e assustadora. Dedos e unhas alongados como se fossem garras, boca exageradamente expandida como se fosse um animal, contrastando com a aparência sedutora na forma “normal”, como um homem com gostos por roupas modernas e objetos históricos, um deles que possivelmente envolverá a namorada de Charley, Amy Peterson (Amanda Bearse), já que se assemelha a um antigo amor do passado gravado eternamente numa pintura.

Os aliados na tentativa de sobreviver também são importantes, pois são não só reflexos da época, mas estereótipos clássicos de personagens dentro da mitologia do Vampiro.Temos o ator e apresentador Peter Vincent (Roddy McDowall), que fez vários filmes no papel de caçador de vampiros, mas como a nova geração considera “vampiros” algo ultrapassado, se encontra atualmente desempregado.

Temos o amigo de Charley, Evil Ed (Stephen Geoffreys), que é o galhofeiro do qual ninguém liga e acaba sendo diminuído em relação aos outros, se tornando depois mais um vampiro a serviço de Jerry, Amy, a mocinha pura representada pela virgindade e os conflitos da caráter sexual com Charley, e acaba sendo seduzida por Jerry, e por ultimo o parceiro de crimes e fiel servo Billy Cole (Jonathan Stark), que tem pleno controle do que faz e ajuda Jerry por sua própria vontade.

Algo importante a citar é o confronto final, que mostra certas coisas interessantes comum toque de realismo que não estraga no ponto de vista do espectador assistir o filme e enriquece ainda mais a obra. Quando Evil Ed vira lobo (revirando uma das capacidades antigas dos vampiros esquecida pelo tempo) Peter Vincent comete seu primeiro assassinato, é não é algo exagerado como nos filmes que ele fazia, é brutal e realista, mesmo dentro de algo fantasioso. Lentamente Ed volta a ser humano, e agonizando por uma estaca estar atravessado seu peito, lentamente sofre e morre, em um momento que te faz lembrar que um dia aquilo foi um humano, deixando quem assiste por alguns instantes com uma mistura de pena e horror pelo acontecido.

Quando Amy se transforma em vampira, roupas e expressão corporal bem mais sensuais tomam forma, mesmo que isso seja contrastado com sua versão vampiresca. O amor neste está entre aquilo que poder durar um momento e se desfazer da memória ou um elo que pode durar para sempre, mesmo que não fiquem juntos a frente, sempre haverá certo tipo de afeição mesmo que o relacionamento acabe, um respeito mutuo.

A Hora do Espantou ressucitou o gênero de vampiros nos anos 80 e influênciou tudo o que feito dali pra frente (Buffy, Garotos Perdidos, etc), dando um tom para como os vampiros deviam ser apresentados para o publico mais jovem, numa época onde vampiros sugavam o sangue das pessoas e não chupavam rola (maldito Crepusculo), e que se tinha respeito com o mito e sua importância.
Nota: 9.0
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Uaréview: Megamente
Originalmente publicado em:http://www.uarevaa.com/2010/12/megamente.html
Uaréview
Por Monitor
Por Monitor

Quando nasce um vilão? Porque ele se torna mal e começa a ameaçar as pessoas? Tudo na vida pode ser tão preto e branco assim? A Dreamworks Animation está aos poucos se livrando da cara de "apenas filmes divertidos" e tentado se diversificar e se aprofundar nas suas historias. Kung Fu Panda, por exemplo, tem as piadinhas de praxe, mas uma historia enxuta e cenas de ação maravilhosamente coreografadas, assim como seu melhor filme até então "Como Treinar Seu Dragão". Como o estudio se saiu com Megamente?
Megamente, originalmente conhecido como Oobermind, é o unico sobrevivente do seu planeta natal, do qual quadrante inteiro foi engolido por um buraco negro. Mas um outro cientista, de outro planeta também engolido pelo buraco negro, enviou o seu filho PERRRRRRRFEITOOOOOOOOO (Mojica feelings) também num foguete para ser salvo da destruição. Ambos caem na terra, mas enquanto o futuro vilão a ser conhecido como Megamente (Will Ferrel) cai numa cadeia, o heroi a ser conhecido como MetroMan (Brad Pitt) cai numa mansão de bilhardarios. Anos depois, cada um na sua posição de arqui-inimigos, eles se enfrentam naquilo que será sua ultima batalha, já que surpreendementemente Megamente mata seu rival e domina a cidade.

Com a cidade dominada, muitos ficam tristes, incluindo o flerte de MetroMan e reporter da cidade, Roxanne Ritchi (Tina Fey), unica pessoa que fica contra o novo reinado do vilão. Mas Megamente está deprimido, já que com seu inimigo morto e a cidade dominada, ele fica sem objetivos na vida. Junto com seu velho companheiro de crimes (David Cross) eles decidem criar um novo heroi, que acaba sendo o camera-man apaixonado por Roxanne, que se torna o Titã (Jonah Hill). Mas Titã fica descontrolado e Megamente se vê na posição de ser o heroi da vez.

O filme pega do exemplo clássico formado pelo Superman para contar a historia, afinal o esquema utilizado alí não funciona pra todos os supervilões do planeta. A ideia do filme é que, assim como a vida real, nem tudo é preto no branco, e que podemos ser o que quisermos. Os vilões do filme ficam assim por dois motivos principais: não se encaixam com a considerada "sociedade perfeita" e que não tiveram oportunidade de mostram o quanto são bons. Isso vai deixa-los com a unica opção de serem maus, mais por tentar obter o respeito nunca adquirido do que planos de dominação global e etc.

E assim como falei que o exemplo não pode ser utilizado para todos os vilões, o proprio filme mostra o contrario dizendo que o exemplo do Megamente não pode ser utilizado para todos os heróis. Titã sempre foi egoista e mesquinho, e com os super poderes, isso amplificou ainda mais. Já Megamente, que passou a demonstrar um lado bom disfarçado de Bernard (Ben Stiller), percebe que cometeu um erro e tem medo de dar um passo adiante sobre carregar a responsabilidade de ser um heroi de fato.

O filme todo carrega a ideia de que os peso do mundo está mal distribuido entre os herois e vilões, e que podemos ser o que quisermos, pois aquilo que nos transforma em cliches do que seja bom ou mal é a sensação de controle que o mundo externo tem sobre a gente, e não ao contrario. Só nos tornamos felizes plenamente quando nos conhecemos melhor.

Tom McGrath, que dirigiu Madagascar 1 e 2, trás um filme leve e divertido, que mesmo com as piadinhas que fazem a má fama do estudio, não chega a destruir a graça e o divertimendo desses momentos, e sendo sim uma peça importante no amadurecimento das tramas do estudio. Varias citações a outros herois, seja dos games ou até do cinema estão presentes, assim como o 3D funciona muito melhor com animações. A trilha sonora tem heavy metal, isso é bom, mas é o pacotão basico de cliches do gênero, o que eu considero algo ruim.

Mas a comparação inevitavel com Os Incriveis nos leva a pergunta: seria Megamente o lado oposto do filme da Pixar? E é, mas falando positivamente. Se Os Incriveis mostra o lado das pessoas relembrando ser herois, Megamente mostra vilões (e herois) tendo a oportunidade de serem pessoas, e tendo finalmente oportunidade sobre aquilo que podem salvar: não a cidade, nem a mocinha, mas seu proprio papel no mundo.
NOTA: 8,5
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