sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Revirando o Baú: Atividade Paranormal



O sábio ditado já dizia "Não há crente que duvide, não há ateu que não tenha fé". E o caso se encaixa bem com Atividade Paranormal, filme de 2007 que só foi ganhar destaque mundial e respeitabilidade em 2009, graças as inumeras exibições para o publico em festivais,faculdades, cinemas de esquina, festa da vovó, resumindo, aonde tivesse publico. E o hype gerado foi o que levou o filme até a Paramont e a partir dai o resto é historia.

Falando em historia, vamos a trama do filme.Um casal, Katie eMicah,acabam de se mudar para um casa no suburbio, e passam a registrar essa mudança por gravações feitas por uma camera.Mas o negocio começa a mudar quando suspeita-se que há um demônio agindo na casa, e no momento que se confirma o fenômeno sobrenatural. Micah continua insistindo em descobrir mais sobre o demonio presente, enquanto Katie encara um velho problema do passado, que no fim das contas pode aumentar ainda mais as visitas do ser maligno a casa...

Fato, se algo em parte está faltando na alta Hollywood é criatividade, e filmes como Atividade Paranormal estão vindo de uma fornalha onde se pode fazer algo bom e barato, coisa do qual os executivos dão pulos de alegria, pois assim podem incentivar novos cineastas que podem levar um bom conceito/ideia adiante com o minimo de grana gasta possivel.Foi assim com esse filme, com Distrito 9,está sendo assim com Monsters, e por aí vai.Os "filmes de guerrilha" nunca estiveram tão em alta, e de certo modo estão ditando moda e estilo de como fazer, e dar possibilidade que as pessoas façam, cinema.

Mas em relação a Atividade Paranormal? Esse é um tipo de filme em que se requer total submersão ao filme, senão o efeito de susto não funciona.Não vou compara-lo a Bruxa de Blair(filme do qual não gosto) porque diferente de fugir da sua propria sombra, com Atividade você não tem uma confirmação imediata do que se enfrenta, e a tensão é gerada a medida que percebe-se que o perigo é real.Claro que, o elo fraco do roteiro se concentra em Micah, que mesmo sabendo dos perigos do negocio, prefere confiar em seu ceticismo e se fuder no final por sua propria culpa,ou seja, morre por ser idiota (nossa estou spoilando demais aqui,mas a ideia em minha mente é de que quem está lendo provavelmente já viu o filme).
Momento "esquilo dramático"

No fim das contas,não vou dar nota pra esse filme, já que se baseia no quanto você se deixa envolver com o filme. Assim como o filme, fui me envolvendo a medida que o filme ficava mais tenso, tanto que eu tenho cagaço do final(a versão do cinema) até hoje. È uma experiência, e como tal, as vezes é compreendida, outras não.

NOTA: Escolhe você ai!

Epilogo: A sequência
Bem, era invitavel depois da grana que deu que o estudido faria uma sequência.Mas temos doisfatos acerca desse filme. Primeiro: não se sabe de nada sobre a historia, estratagia que está sendo funcional para tentar atrair o publico as salas de cinema, e o segundo e problemático fato de que talvez esta seja uma sequência inutil.E tem realmente chances, porque se a mulher que aparecenos trailers não for Kate e sim outra vitima do "demônio imobiliário", há grandes chances do publico não engolir a trama e sair decepcionado, porque a sensação geral sobre ele é de "não tinha daonde continuar, espero que achem uma boa soluçãosenão..." Tudo na base da tensão, riscos e escolhas, assim como o proprio filme em si.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Revirando o Baú: I Come in Peace


Muitos conhecem o trabalho de Douph Lundgren, afinal o cara é um dos Expendables, um dos maiores herois de ação fodásticos dos anos 80, e oficialmente falando o cara que matou mais pessoas na historia do cinema.Mas um filme classico dele que muitos desconhecem aqui no Brasil, mas lembrado com carinho, cultuado por muitos em terras gringas(incluindo por aquele que escreve) e sempre citado quando pinta o nome do ator, é I Come in Peace, também conhecido por alguns lugares como Dark Angel. Basicamente, tente imaginar como seria Stallone Cobra misturado com Predador 2 e já dá pra perceber o potencial épico da coisa....

O filme começa com uma reunião da máfia, e o esquentado policial Jack Caine(Douph Lungdren) está de olho em seu parceiro infiltrado naquele momento, afim de saber a localização do traficante Victir Menning.Mas o destino quis que Jack fosse interromper um assalto no mercadinho ao lado,enquanto seu parceiro é desmascarado na reunião e misteriosamente todos são assasinados. A unica pista é um pedaço de lamina presente no local...

Em paralelo, varias mortes aparentemente em sentido acontecem, ocorridas graças a uma alta overdose em pessoas sem historico de uso de drogas. Isso porque na verdade é tudo obra de um ser extraterrestre que utiliza de nossa adrenalina, sugando-a, para ser vendida como droga no planeta dele.No caso o alien gente boa que nos usa como ópio é Mathias Hues, outra lenda do action star de videolocadoras (junto com Lorenzo Lamas) que fez entre outras coisas Star Trek VI, The Cage com Lou Ferrigno e Talons of the Eagle com Billy Blanks, conhecido por essas terras como o clássico Garras de Baitola)

Agora, nosso heroi além de resolver o problema das drogas em sua cidade,vai ter que lidar com os misteriosos assasinatos, seu novo parceiro paga-pau do FBI(Brian Benben) e sua atual-quase-virando-ex namorada (Betsy Brantley ), legista da policia, para resolver esse intricado caso. Mas se o problema veio do espaço,a ajuda também, gerando mais uma frase icônica ao filme:
"Ele então é um POLICIAL DO ESPAÇO!"

Como eu disse antes, o nivel do absurdo que o filme e da sua sagaz mistura mostra troglodisse e testosterona gerada e um dos melhores filmes de macho para macho já feitos. Diverte e empolga,como todo filmes de ação brucutu tem que ser,mas um dos poucos dentro do genêro que se misturou com ficção cientifica e deu certo no resultado final(diferente de O Confronto, com Jet Li e Jason Statham, por exemplo).Assitam com pipoca, cerva e amigos, porque o nivel de epicidade desse filme merece ser compartilhado!

NOTA:8,0


sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Review: Solomon Kane, O Caçador de Demonios


As vezes, buscamos tanto algo tão espertacularmente novo, que nos esquecemos de como é bom ver uma historia com um bom peronagem ser bem contado.Esse é o caso de Solomon Kane.

Com o atraso de um ano em relação ao lançamento original, chega por essas terras o filme baseado nos livros de Robert E Howard, o mesmo criado de Conan, Kull e Red Sonja, que também já tiveram adaptações para as telonas. E antes que começem, não, Solomon não foi e nunca será cópia daquela merda do filme do Van Helsing com Hugh Jackman.Solomon kane apareceu pela primeira vez na revista Weird Tales em agosto de 1928, enquanto Van Helsing se baseou no visual de Hellsing para criar o produto final.

Bem vamos a historia. O filme começa com no seculo 16 com Solomon Kane, como um cruel comandante da frota inglesa, invadindo uma cidade e tomando seu castelo principal.Ele sabe que tem muito ouro por lá, mas outras surpresas aparecem para ele e seu grupo, como demônios e o proprio Ceifador, que reclama a alma de Kane por todas as suas mortes, saques, e desgraça alheia que aconteceu em sua vida.Se cagando de medo com o fato que satã quer sua alma, ele consegue fugir do local, abandonando seus pertences materias ($$$) e ficando isolado dentro de um monsteiro.


Mas o destino quis que Solomon saisse e vagasse pelo mundo, até que ele é encontrado por uma familia em rumo ao Novo Mundo, onde é acolhido como um da familia. Mas o exercito macabro de Overlord, comandado pelo outrora padre e atual feiticeiro demoniaco Malachi, entra no caminho de Solomon rumo a purificação. Enquanto eventos do passado e presente se interligam e mostram que Solomon talvez não tenha mesmo salvação, ele descobre que as vezes o caminho da paz pode sim passar pela guerra...

O filme é uma produção grandiosa, porem sem exageros, e com varios simbolismos bacanas com a religião cristã, principalmente com a ideia de sacrificio e a historia de Abraaão.E funciona também filme de ação e aventura bem enxuto, e contando a historia de maneira bem amarrada, apesar de que as vezes dava pra perceber a edição nos dialogos mais compridos que comandam no primeiro ato do filme.muitas pessoas podem achar que 1 hora e meia não podem ser suficientes, mas funciona bem no caso deste filme.Certos cliches estão presentes também,mas no caso isso se torna um fator positivo quando eles se misturam com o fator religioso da historia.

O filme não é só monstros do começo ao fim, mas quando aparecem fazem bem bem a parte de te deixar tenso na poltrona.Bruxas, demonios e vampiros estão presentes na tela, incluindo um demônio alá Devil May Cry como inimigo.Destaque também por elenco, com James Purefoy podendo mostrar quão bad-ass pode ser, e participações de grandes atores da terra da rainha como Max Von Sidow, Pete Postlethwaite, e um dos meus atores preferidos , Jason Flemyng, como Malachi, com pedaços da Biblia tatuados na cara e vestimenta quem mistura todas as religiões pagas possiveis de se imaginar.

No fim das contas, Solomon Kane vale a pena ser assistido: é divertido, é bem feito, com grandes chances de você curtir sabendo que será um bom programa a se fazer. De certo modo é como ouvir aquelas historias ao redor da fogueira sobre lendas antigas, que por mais sejam perigosas e assustadoras, terá um final reconfortante...

NOTA: 8,0


quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Review de Jonah Hex + Uma década de DC nos cinemas


Publicado originalmente em: http://www.uarevaa.com/2010/09/review-de-jonah-hex-uma-decada-de-dc.html

UARÉVIEW
Por Monitor


Leitores de quadrinhos não entendem (ou fingem que não entendem) o processo que é adaptar uma revista para outra midia. E Hollywood não entende que, por sabermos todo o potêncial daquela historia ou personagem, nossa revolta em relação a certos filmes e as cagadas cometidas pela industria. Muitas vezes por sabermos o potêncial que eles podem alcançar bate uma tristeza quando vem Los Produtores e fazem merda, obviamente ficamos putos, em especial num filme onde novas cenas eram desnecessarias porque o roteiro (e filme) original era bom. Já demostrei um caso quando a Warner abandona uma boa adaptação, agora mostro como a Warner cagou um filme que já era bom em um resultado completamente sem sal.


Vamos começar pela historia do filme. Jonah Hex (Josh Brolin) era um importante coronel dentro da Guerra Civil Americana, que descobriu que Jeb Turnbull(participação especial de Jefrey Dean Morgan, no terceiro personagem que ele atua da DC Comics) junto com outras pessoas estavam traindo o exercito, gerando assim a morte de Jeb pelas mãos de Hex, seu melhor amigo. Como vingança, Quentin Turnbull (Jonh Malkovich) com a ajuda do capanga Burke(Michael Fassbender,o futuro jovem Magneto) mata a mulher e filho de Hex, e ainda por cima marca a ferro quente o rosto do cara, deixando-o para morrer sozinho.

Numa sequência em motion comic (numa arte que lembra muito Brian Azzarelo) mostram os indios apaches chegando ao resgate (já que a esposa de Hex também era india), e fazendo as magias quelhe permitiam sobreviver e a partir disso poder ter a habilidade de se comunicar com os mortos (#facepalming) e assim consegue encontrar Quentin e mata-lo queimando-o vivo em sua casa. A partir desse dia Hex vira um caçador de recompensas e tem como unica companhia Lilah (Megan Fox), prostituta que sabe se impor diante dos seus clientes e que é apaixonada pelo pistoleiro. Os problemas começam quando descobre-se que Quentin está vivo e organizando um ataque terrorista contra os Estados Unidos.O governo não tem como outra opção a não ser contratar Jonah para achar o seu maior inimigo antes que seja tarde demais.

Bem, onde podemos começar? Vou primeiro citar o elenco, já que apesar do resultado final não ajudar, o elenco segura bem a barra. Josh Brolin é o que se sai melhor na tela. Megan Fox, por incrivel que parece, se saiu bem nesse filme, com uma atuação bem natural, mostrando que ela está tentando melhorar como atriz apesar das infinitas besteiras que fala fora da tela. Fassbender, com trejeitos a moda Laranja Mecânica se sai bem, apesar de fazer nada espetacular, assim como Malkovich. As participações de Jefrey Dean Morgan e Tom Wopat (da serie Dukes of Hazard)como Slocom são interessantes de assistir.

Em termos de fidelidade a HQ, podemos dizer que é um caso parecido com The Spirit, onde os elementos estão lá, mas foram mal trabalhados. Em especial sobre o fato de Hex poder falar com os mortos, isso descaracteriza bastante o material e se torna "a saida facil" para movimentar a historia. No roteiro original(e no filme outrora gravado) o de Hex ou não falar com os mortos era meio como um rumor, mantendo o misterio sobre a lenda urbana ao redor do personagem.Oelemento do estranho, do sobrenatural, esttá presente, mas sem muito destaque por causa das decisões finais, especialmente em relação a edição. Mas um easter egg bacana que o atual escritor do personagem Jimmy Palmiotti já tinha dito antes que Lilah na verdade era uma personagem já existente nos quadrinhos, e no caso ela é Tallulah Black!

As cenas novas feitas por Francis Laurence (Constantine) mudaram inumeras coisas no filme,o tornando mais curto.Entre a muitas cenas que ficaram de fora estão a sequência completa de Red Sand (que originalmente era a luta final do filme e que nessa versão ficou reduzida ao subconciente de Hex), a cena de sexo entre Jonah e Lilah, The Creepy Dead Kid, entre outras que no total devem chegar a duração de 10 a 20 minutos, e que devem melhorar, nem que seja só um pouco (talvez quem sabe, afinal eu não as vi, ainda) a qualidade do filme.


Uma das boas coisas do filme e que também foi afetado pelo "corta,recorta,remonta" foi a puta trilha sonora do filme feita pelo Mastodon.Como trocou de compositor no meio da produção, o trabalho de hora que a banda teve originalmente foi reduzido quase que abaixo da metade da duração original. Mas vale a pena correr atrás e ouvir, é um som de altissima qualidade!


No fim das contas, Jonah Hex fiou um filme onde os produtores, investindo em algo atté então incerto, não sabiam o que fazer e cagaram no pau.Com o faroeste voltando graças ao genero que chamo de "western misto", que são filmes de genêros variados que usa o western, ou a estrutura do mesmo, para criar algo novo.Foi assim com O Livro de Eli, vai ser assim com Priest, com Cowboys and Aliens, com o futuro Lone Ranger. J-Hex poderia ter sido o filme que daria o BOOM do genêro se, como disse Josh Brolin em entrevista, tivessem seguido desde o começo a visão original do filme. Mas uma oportunidade foi perdida e o resultado foi um filme distante de sua proposta original,um western pouco inspirado na maioria de suas cenas e sem sal.Para correr atrás do prejuizo nem uma versão do diretor/extendida foi planejada para o Blu-Ray, não atendendo assim ao pedidos dos fãs e deixando no misterio o destino do personagem nos cinemas. Mas o que importa é mesmo os quadrinhos, e atualemente por lá Hex está muito bem obrigado.

NOTA: 4,0


EPILOGO: Uma década de DC nos cinemas.
Jonah Hex e The Losers representam o fim meio que tortuoso de uma boa epoca para a editora.Se os filmes foram bons o suficiênte, ou fiéis o suficiente, varia de cada pessoa.Se na decada de 90 veio a decadência deido a Batman & Robin, e de certo modo o inicio da era Marvel nos cinemas (com Blade) foi graças a propria dona da DC (no caso a Warner/ New Line Cinema), na primeira metade desta decada tivemos a presença timida da editora com Estarada para a perdição (representando a DC/Vertigo), o horrivel Liga Extraordinaria (de Allan Moore pra Wildstorm),Mulher Gato(sem comentários) e alguns filmes direto para dvd, derivados das series animadas presentes no momento (com Batman do Futuro: O Retorno do Coringa, por exemplo).

Mas em 2005 que as mudanças vieram de fato, com a adaptação de Constantine (falarei sobre ela melhor depois no meu blog) e especialment com Batman Begins, que trouxe Chritopher Nolan como salvador da patria e elevou Batman de adaptação cinematografica a um filme de verdade.Na telona tivemos retorno não só do Batman mas como Superman, invasão da Vertigo (coom Losers, Marcas da Violência, Stardust), casos interessantes (como Fonte da Vida, de Darren Aforonsky),criação de "classicos" entre o grande publico (V de Vingança como filme ainda é bem popular,mesmo que as vezes as pessoas não entendam ao todo sua mensagem), polêmicas (sim Watchmen, estou falando de você) e na area de dvds, a criação da linha DC Universe, trazendo filmes surpreendentemente maduros e de alta qualidade, abrindo todo um leque de possibilidades da editora trabalhar.
Minha imagem de fundo no twitter

A proxima decada os filmes sobre os personagens da editora devem estar em destaque nos cinemas, com a criação do braço multimidia da DC, a DC Entertainment. Esse ano veremos um pouco da influência da editora em RED, mas os destinos de muitos outros personagens serão mesmo definidos quando Lanterna Verde chegar ano que vem ao cinemas.A tendência é que filmes de quadrinhos se estabeleçam de vez como genero a ser respeitado em Roliudi, e aos trancos e barrancos, as editoras conseguem ganhar seu espaço. Como fãs, esperamos que os muitos erros cometidos esse ano até então sirvam de lição para que no futuro todo o potêncial que esses personagens tem sejam mostrados e absorvidos pelo publico.

sábado, 11 de setembro de 2010

Veja artes conceituas de Watchmen por Paul Greengrass!



Bem, muito de vocês nem tocam mais no assunto, mas Wachtmen, a obra maxima das HQs, virou filme...E ninguem morreu por isso, ou queimaram todas a HQs originais e escolheram o filme como seu novo deus,guia e mestre. È um filme polêmico em muitos niveis, gerou reações adversas, boatos que não vai dar em nada, e reclamações do Alan Moore que fazem tudo parecer um programa da Sonia Abrão.Bem, na humilde opinião desse escriba se sair um Watchmen 2,vai ser tão esquecivel quando DK2, e sim, achei o filme uma puta adaptação (como você pode relembrar aqui), mas o fato é: não importa quem e como seria feito o filme do Wathcmen, haveria reclamações. E antes de Zack Snyder assumir o projeto, Paul Greengrass era o diretor, e sua intenção era situar o filme nos dias de hoje, mostrando Guerra do Iraque, Bush, a era Reagan, etc.O projeto não chegou a sair, mas as artes concetuais, muitas delas sobre cenários, chegaram esse fim de semana na net, conferem aí:












E lembrete, nessa versão também tinha a explosão nuclear, ouseja, nada de Squid... Até a proxima povo!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Mostra Cinema Noir no Rio de Janeiro!

Publicado originalmente em : http://www.uarevaa.com/2010/09/momento-uarevaa.html

Momento Uarévaa
por Monitor


Essa dica vai pra quem mora no Rio de Janeiro e curte filmes Noir.

Está acontecendo a partir de hoje no Instituto Moreira Salles, na Gávea, uma mostra de filmes noir onde serçao exibidos alguns classicos do gênero feito por grandes diretores como Fritz Lang, Hitchcook e Billy Wider. Paralelamente a isso acontece também um curso sobre Noir, que vai durar de 9 a 21 de setembro, às terças e quintas, sempre às 20h. As inscrições dão direito a um passaporte para assistir 6 filmes da programação da mostra.


Os filmes noir surgem numa época pós Segunda Guerra onde revelam a verdade por trás do aparentemente perfeito do American Way of Life, além da necessidade do publico por historias mais maduras. Sexo, morte e crime reinam em tramas bem amarradas que ajudaram a mudar o jeito de fazer cinema, originadas das revistas Pulp e as Hard-Boiled. Abaixo você vê os horarios e os dias dos filmes, assim como o preço das exibições e do curso. A mostra vai do dia 3 ao dia 22 de setembro.

Sexta 3

14h00: Amar foi minha ruína (Leave her to Heaven) de John M. Stahl (EUA 1946, 110’)

16h00: O condenado (Odd Man Out) de Carol Reed (EUA, 1947. 111’)

18h00: Relíquia macabra (The Maltese Falcon) de John Huston (EUA, 1941. 100’)

20h00: O homem que não estava lá (The Man Who Wasn’t there) de Joel e Ethan Coen (EUA, 2001. 116’)


Sábado 4

14h00: Assassinos (The Killers) de Robert Siodmak (EUA, 1946. 102’)

16h00: O segredo das jóias (Asphalt Jungle) de John Huston (EUA, 1950. 112’)

18h00: Fuga do passado (Out of the Past) de Jacques Tourneur (EUA, 1947. 97’)

20h00: Curva do destino (Detour) de Edgar G. Ulmer (EUA, 1945. 67’)

Domingo 5

14h00 : Pacto sinistro (Strangers on a Train) de Alfred Hitchcock (EUA, 1951. 101’)

16h00 : Chaga de fogo (Detective Story) de William Wyler (EUA, 1951. 103’)

18h00 : Pacto de sangue (Double Indemnity) de Billy Wilder (EUA, 1944. 108’)

20h00 : Laura (Laura) de Otto Preminger (EUA, 1944. 87’)


Terça 7

14h00 : Crepúsculo dos deuses (Sunset Boulevard) de Billy Wilder (EUA, 1950.110’)

16h00 : Pânico nas ruas (Panic in the streets) de Elia Kazan (EUA, 1950. 96’)

18h00 : Amar foi minha ruína (Leave her to Heaven) de John M. Stahl (EUA, 1946, 110’)

20h00 : Achados e perdidos de José Joffily (Brasil, 2005. 92’)

Quarta 8

15h00 : Vive-se uma só vez (You Only Live Once) de Fritz Lang (EUA, 1937. 86’)


Quinta 9

14h00 : Laura (Laura) de Otto Preminger (EUA, 1944. 87’)

16h00 : Scarface, a vergonha de uma nação (Scarface) de Howard Hawks (EUA, 1932. 93’)

18h00 : Fúria (Fury) de Fritz Lang ( EUA, 1936. 92’)

20h00 : Os precursores do Noir. Primeira de uma série de quatro palestras com Rafael de Luna Freire.

Sexta 10

14h00 : Fuga do passado (Out of the Past) de Jacques Tourneur (EUA. 1947. 97’)

16h00 : Vive-se uma só vez (You Only Live Once) de Fritz Lang (EUA, 1937. 86’)

18h00 : Chaga de fogo (Detective Story) de William Wyler (EUA, 1951. 103’)

20h00 : Fúria (Fury) de Fritz Lang (EUA, 1936. 92’)

Sábado 11

14h00 : Império do crime (The Big Combo) de Joseph Lewis (EUA, 1955. 84’)

16h00 : A sombra da forca (Time without a Pity) de Joseph Losey (EUA, 1957. 85’)

18h00 : Ascensor para o cadafalso (Ascenseur pour l’ échafaud) de Louis Malle (França, 1958, 88’)

20h00 : Almas perversas (Scarlet Street) de Fritz Lang (EUA, 1945. 103’)

Domingo 12

14h00 : Ascensor para o cadafalso (Ascenseur pour l’ échafaud) de Louis Malle (França, 1958, 88’)

16h00 : O homem que não estava lá (The Man Who Wasn’t there) de Joel e Ethan Coen (EUA, 2001. 116’)

18h00 : Punhos de campeão (The Set Up) de Robert Wise (EUA, 1949. 72’)

20h00 : Fuga do passado (Out of the Past) de Jacques Tourneur (EUA. 1947. 97’)


Terça 14

14h00 : Pacto de sangue (Double Indemnity) de Billy Wilder (EUA, 1944. 108’)

16h00 : O segredo das jóias (Asphalt Jungle) de John Huston (EUA, 1950. 112’)

18h00 : Relíquia macabra (The Maltese Falcon) de John Huston (EUA, 1941. 100’)

20h00 : O Filme Noir por excelência. Segunda de uma série de quatro palestras com Rafael de Luna Freire.


Quarta 15

14h00 : O condenado (Odd Man Out) de Carol Reed (EUA, 1947. 111’)

16h00 : Império do crime (The Big Combo) de Joseph Lewis (EUA, 1955. 84’)

18h00 : Ascensor para o cadafalso (Ascenseur pour l’ échafaud) de Louis Malle (França, 1958. 88’)

20h00 : O invasor de Beto Brant (Brasil, 2002. 97’)


Quinta 16

14h00 : Scarface, a vergonha de uma nação (Scarface) de Howard Hawks (EUA, 1932. 93’)

16h00 : A dama de Shanghai (The Lady from Shanghai) de Orson Welles (EUA, 1947. 87’)

18h00 : O grande golpe (The Killing) de Stanley Kubrick (EUA, 1956. 85’)

20h00 : Desdobramentos do Noir.Terceira de uma série de quatro palestras com Rafael de Luna Freire.


Sexta 17

14h00 : Motorista de táxi (Taxi driver) de Martin Scorsese (EUA, 1976. 113’)

16h00 : Pacto sinistro (Strangers on a Train) de Alfred Hitchcock (EUA, 1951. 101’)

18h00 : Cidade nua (Naked City) de Jules Dassin (EUA, 1948. 117’)

20h00 : A marca da maldade (Touch of Evil) de Orson Welles (EUA, 1958. 112’). Cópia com legendas em espanhol


Sábado 18

14h00 : O grande golpe (The Killing) de Stanley Kubrick (EUA, 1956. 85’)

16h00 : Pânico nas ruas (Panic in the streets) de Elia Kazan (EUA, 1950. 96’)

18h00 : Almas perversas (Scarlet Street) de Fritz Lang (EUA, 1945. 103’)

20h00 : Crepúsculo dos deuses (Sunset Boulevard) de Billy Wilder (EUA, 1950.110’)


Domingo 19

14h00 : A sombra da forca (Time without a Pity) de Joseph Losey (EUA, 1957. 85’)

16h00 : Assassinos (The Killers) de Robert Siodmak (EUA, 1946. 102’)

18h00 : A dama de Shanghai (The Lady from Shanghai) de Orson Welles (EUA, 1947. 87’)

20h00 : O fugitivo (I’m a Fugitive from a Chain Gang) de Melvin Le Roy (EUA, 1932. 93’)


Terça 21

16h00 : Punhos de campeão (The Set Up) de Robert Wise (EUA, 1949. 72’)

17h30 : Los Angeles, cidade proibida (L.A. Confidential) de Curtis Hanson (EUA, 1997. 138’)

20h00 : A herança do Filme Noir. Quarta e última de uma série de palestras com Rafael de Luna Freire.


Quarta 22

15h00 : Curva do destino (Detour) de Edgar G. Ulmer (EUA, 1945. 67’)

16h00 : Cidade nua (Naked City) de Jules Dassin (EUA,1948. 117’)

Quinta 23

15h00 : Los Angeles, cidade proibida (L.A. Confidential) de Curtis Hanson (EUA, 1997.
138’)

18h00 : O fugitivo (I’m a Fugitive from a Chain Gang) de Melvin Le Roy (EUA, 1932. 93’)

20h00 : A marca da maldade (Touch of Evil)de Orson Welles (EUA, 1958. 112’) cópia com legendas em espanhol.


Instituto Moreira Salles
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea Tel.: 21 3284-7400

Preços:
Ingressos: R$ 10,00 (inteira). R$ 5,00 (meia).


SERVIÇO CURSO:
Quatro aulas sobre o Noir: série de palestras com Rafael de Luna Freire. Inscrições (quatro aulas mais um passaporte para 6 filmes da mostra): R$ 70,00 (inteira) e R$35,00 (meia). Às terças e quintas (9, 14, 16 e 21 de setembro) entre 13h e 19h. Mais informações: cinema@ims.com.br

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Sai trailer oficial de Hobo with a Shotgun e Danny Trejo's Vengeance !



No dia que sai Machete nos cinemas americanos, somos presenteados com o primeito trailer completo de Hobo wjth a Shotgun! 2 minutos e 9 segundos de Rutger Hauer matando PARA A VITÓRIA! O monologo que aparece no trailer já se tornou classico pra mim!



E pra completar, dois behind-the-scenes





O filme chega no ano que vem, e espero ver esse novo classico na tela grande, seja em festival ou oficialmente! E pra completar o pacote, mais um trailer, dessa vez RED BAND, do futuro crássico do Danny Trejo, Vengeance, com a presença "ilustre" do 50 Cent(?)!